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Laser para Microvarizes

Como eles agem: O calor produzido pela luz do laser somente é absorvido pela hemoglobina (pigmento vermelho do sangue). Este pigmento é destruído instantaneamente, mas é eliminado pouco a pouco pelas células de defesa da pele. Isso faz com que os vasos tornem-se cada vez mais finos e desapareçam no decorrer das sessões.

 
A pele normal não absorve a luz. Mas, o calor promovido sobre a região, estimula o colágeno reestruturando-o e melhorando a flacidez da área tratada. O tipo de laser a ser utilizado em cada sessão depende da fase evolutiva do tratamento e será definido a critério do dermatologista responsável.
 
Quatro sessões com intervalos mensais costumam ser suficientes para tratar vasos de determinada região.
 
Anestesia: Não há.
 
Pós-procedimento: Após a sessão, a área tratada pode ficar um pouco vermelha e/ou inchada. Pode haver o escurecimento dos vasos tratados, que torna-se mais claros progressivamente nas próximas semanas, devido à sua destruição pelas células fagocitárias da pele. Pode ocorrer a formação de pequenas crostinhas, que são eliminadas espontaneamente em até sete dias.
 
Após sua eliminação, a cor pele volta ao normal, porém os vasinhos perdem a intensidade a cada sessão.
 
É necessário o uso contínuo o uso de filtro solar na região tratada, até que a cor se normalize, evitando assim a possibilidade da formação de manchas escuras persistentes.
 
Riscos - Peles morenas são mais sujeitas à formação de manchas residuais escurecidas que podem regredir espontaneamente com o passar do tempo ou com tratamentos à base peelings ou cremes clareadores.
 
Este risco é maior se o paciente se expuser ao sol logo após a aplicação ou se iniciar o tratamento estando bronzeado.
 
Independente do tratamento a Laser, novos vasinhos podem surgir em áreas próximas à tratada.
 
Tais métodos podem ser associados a diferentes tipos de tratamento.
 
Cabe ao Cirurgião Vascular a avaliação prévia para determinação de qual o tratamento mais indicado e em que sequencia convém ser utilizado.
 
Vale lembrar que caso haja uma veia mais calibrosa “alimentando” os pequenos vasos, esta deve ser retirada cirurgicamente para evitar que os vasinhos se formem novamente. O déficit da circulação venosa é uma característica individual, portanto o tratamento mesmo quando excelente pode necessitar que seja repetido após alguns anos, pois os vasos insistirão em retornar.




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